Aparências e Realidade dos Súditos do Rei

Os capítulos 21 e 22 narram uma série de parábolas e confrontos entre os religiosos e Jesus.

A figueira sem frutos, condenada a sequidão pelo Senhor fala muito da realidade da Israel teimosa.

Os religiosos são similares aquela figueira. Em uma visão distante pode até ter aparência de piedade com suas especulações sobre o Paraíso, debates e rituais, mas sua vida infrutífera é uma denúncia contra os mesmos.

Os que estão verdadeiramente em Cristo, manifestarão sempre frutos para glória de Deus. Viverão uma vida de obediência, não serão apenas ouvintes.

É por essa razão, que John Stott afirma que a declaração “Jesus Cristo é o Senhor” é o mínimo irredutível do Evangelho.

Deus não se impressiona com aparências e performance religiosa, como nós, ele vê sinceridade de coração, pois essa sempre resulta no fruto do Espírito.

Já disse o Mestre:

“Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer”.

(João 15:5 ARC)

Portanto, em Cristo não existe vida infrutífera. Onde ele reina, a vida brotará!

Assim, permaneçamos Nele!